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16/07/2014

Carlos Alberto de Nóbrega X Novelas da Rede Globo

Vale lembrar que a ABRACEW (Associação Brasileira para Conscientização do Efeito Werther na Mídia) publicou um vídeo com cenas de  Extrema violência na televisão exibida pela Rede Globo; eram tão chocantes que ela mesma proibiu sua circulação, bloqueando a nossa publicação no YouTube.  Todavia, o apresentador Carlos Alberto de Nóbrega neste vídeo se encarrega de falar desse […]

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20/12/2013

Brasil Sem Violência na Mídia – A busca do bem estar

Entrevista com diretores da Abracew, Entidade da sociedade civil catalizadora do clamor das ruas e dos lares à favor dos brasileiros, com enfoque especial nas futuras gerações.

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Garoto pula de prédio por ser proibido de assistir filme do Homem-Aranha

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Identificado apenas como Valentino, o garoto pulou do edifício por não suportar a ideia de não poder assistir o filme.

A polícia da Indonésia disse que o menino se trancou no seu quarto, localizado em um complexo de apartamentos na cidade de Jacarta, após discutir com sua mãe.

Os investigadores estão tentando provar uma possível hipótese que surgiu na investigação. Existe a possibilidade do garoto não ter pulado para se suicidar. Ele poderia ter tentado imitar o personagem dos filmes, achando que durante a queda poderia lançar teias de aranha que o segurassem.

Sua mãe comentou que Valentino estava muito doente e este foi o motivo pelo qual ela não permitiu que ele fosse ao cinema. Depois da recusa, o garoto ficou extremamente chateado e trancou-se no quarto.

Após bater e trancar a porta, a mãe correu no segundo andar e pediu ajuda de um guarda para que a ajudasse abrir a porta. Quando ela estava na casa do guarda, ouviu um grande barulho, como se algo tivesse caído. Em seguida, sua mãe ouviu um grande número de pessoas correndo para o local. O garoto caiu no telhado de fibra de vidro da praça de alimentação.

Ele foi levado às pressas para o Hospital Pluit que fica nas proximidades, mas foi declarado morto quando deu entrada.

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Influência da TV

TV FAZ MAL

Segundo Manfred Spitzer, pesquisador da Alemanha em Neurobiologia, em entrevista ao Jornal Zero Hora – Caderno Vida, “a TV engorda, emburrece e torna as crianças agressivas. Temos pesquisas mostrando que quanto mais TV as crianças assistem, pior será o desenvolvimento intelectual. Uma pesquisa realizada na Nova Zelândia provou isso. Depois de acompanhar o crescimento de 10 mil bebês nascidos na década de 70 até hoje, os pesquisadores mostraram que o grupo de crianças que assistiu menos de uma hora de TV por dia, teve 40% mais diplomas universitários que o grupo que assistia mais de três horas por dia. Ou seja, a TV é ruim para desenvolver a linguagem e a escrita e prejudica a atenção. Além disso, quanto mais horas alguém fica diante da TV, menos exercício ela fará. Não é saudável. Crianças de jardim que assistem muita TV estão gastando tempo de aprendizagem. Mais importante que isso é que estão aprendendo as coisas erradas. Elas estão aprendendo os estereótipos errados e vendo violência”.

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Carlos Alberto de Nóbrega X Novelas da Rede Globo

Vale lembrar que a ABRACEW (Associação Brasileira para Conscientização do Efeito Werther na Mídia) publicou um vídeo com cenas de  Extrema violência na televisão exibida pela Rede Globo; eram tão chocantes que ela mesma proibiu sua circulação, bloqueando a nossa publicação no YouTube.

 Todavia, o apresentador Carlos Alberto de Nóbrega neste vídeo se encarrega de falar desse absurdo que há bom tempo vimos denunciando através do movimento (Brasil sem Violência na Mídia) ao mostrar aos brasileiros, o malefício que se perpetra com a exibição de cenas violentas que atentam contra a família e que influenciam a formação das futuras gerações, criando clima psicossocial adverso à boa convivência ao fazer apologia de condutas antissociais e até criminosas, ao arrepio dos artigos 221 e 227 da Constituição Federal.

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Caros amigos, amigas, companheiros e companheiras deste movimento de bem.

A maior rede de televisão do Brasil bloqueou a cena de extrema violência que postamos no YouTube, por ela mesma veiculada em novela de grande repercussão e que invadiu os lares brasileiros e expôs nossas crianças e jovens a cena violenta e chocante sem qualquer cerimônia.

Envidaremos esforços para reverter esta censura a fim de que as pessoas tomem consciência do mal que esta violência que penetra em nossos lares sem pedir licença causa a todos, especialmente às crianças e jovens.

Confiamos que somente unindo as forças vivas deste país conseguiremos modificar esta situação extirpando este câncer causador de desavenças familiares, prejudicial à formação da infância e juventude e gerador de clima psicossocial adverso à convivência harmônica do nosso povo ao arrepio da Constituição (http://migre.me/guzpF) e que solapa os valores da família.

O apoio das pessoas de bem, educadores, jornalistas, advogados, empresários, etc., pais e mães de família é fundamental para fortalecer este movimento e reverter este quadro danoso ao interesse dos brasileiros, fazendo ver aos responsáveis que o objetivo principal da concessão midiática é a educação e a cultura através de programações sadias e benéficas à população.

Não é fácil entender como esta emissora, uma das mais ferrenhas defensoras da liberdade de imprensa – o que é muito válido – oponha-se a uma expressão livre e bem intencionada como a deste movimento. Fica difícil compreender que interesses menos nobres prevaleçam sobre o interesse social!

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Infância e publicidade: um olho na Copa e outro no comercial de cerveja

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Texto de Desirée Ruas*

Enquanto o convite para acompanhar os jogos e torcer pelo Brasil torna-se cada vez mais intenso, a gente se pergunta: devemos tirar as crianças da sala ou o bombardeio das grandes marcas de cerveja — que reinam absolutas na televisão quando o assunto é futebol — é algo que não devemos nos preocupar? Afinal, é Copa do Mundo e o interesse é dar visibilidade às marcas que patrocinam as exibições esportivas. Vale lembrar que o poder dos patrocinadores é tão grande que a proibição da venda de bebida alcoólica dentro dos estádios brasileiros foi alterada especialmente para o evento. Enquanto a bola estiver rolando no campo, o incentivo ao consumo de cerveja vai se intensificar em grande escala nos meios de comunicação. No Brasil, a publicidade de cerveja sempre teve lugar de destaque e o produto desperta tanto desejo que poucos se incomodam com o bombardeio publicitário. É como se a bebida fosse um elemento básico na vida social das pessoas e sem ela impossível degustar de momentos alegres e descontraídos em festas, encontros, conversas entre amigos e almoços em família. Mas e quanto às crianças que, expostas à publicidade da cerveja, criam uma imagem positiva do produto desde a infância? Será que temos motivos para nos preocupar? Afinal, quem ganha e quem perde com o constante incentivo ao consumo de álcool e a exibição de comerciais de cerveja sem restrição de horário?

Nossas crianças estão continuamente expostas a diversos tipos de mensagens publicitárias. Desde a publicação da Resolução 163 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conanda, em 4 de abril de 2014, que proibiu a publicidade e a comunicação mercadológica dirigida à criança, a situação continua inalterada nos mais variados meios de comunicação para o descontentamento de todos aqueles que trabalham por uma infância livre de consumismo. Leia mais…

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Novela x Realidade

“A vida não imita a arte, imita a má televisão.” – Woody Allen.

O argumento de que novelas e seriados exibidos na TV aberta são obras de ficção, não redime a influência negativa que cenas do mais baixo nível promovem nas relações sociais e familiares. Afinal, estas cenas produzidas com esmerada eficiência artística (justiça seja feita), acabam sendo “vividas” pelo telespectador como se reais fossem.

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O valor de ser educador

No Brasil, a tarefa é dupla: antes de edificar é preciso extirpar ervas daninhas semeadas no campo mental do educando pelo noticiário violento e pelas novelas escabrosas. Nossa homenagem a esses idealistas que lutam contra tudo e contra todos para construir um Brasil melhor para nós e nossos filhos.

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Brasil Sem Violência na Mídia – A busca do bem estar

Entrevista com diretores da Abracew, Entidade da sociedade civil catalizadora do clamor das ruas e dos lares à favor dos brasileiros, com enfoque especial nas futuras gerações.

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Art. 227 da Constituição Federal de 88

Sem título

Art. 227.

É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à  criança, ao adolescente  e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

(Redação dada Pela Emenda Constitucional nº 65, de 2010

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A ABRACEW exige posicionamento de entidades de classe (ABERT, ANJ e FENAJ)

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Prezados Senhores:

Ref.: Solicita posicionamento dessa Entidade

Há algum tempo postamos em nosso site e em nossa fanpage do Facebook, carta aberta dirigida aos responsáveis pela mídia em nosso país, incluindo essa entidade. Leia mais…

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As tragédias da TV

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Autora: Denise Fraga

Não olha!” Consegui abrir um olho por entre os dedos de minha mãe e olhei. Como não olhar quando alguém grita “não olha”? Jamais me esqueci da mulher deitada de bruços no asfalto sobre o sangue e as frutas da feira. O motorista de táxi falando com o guarda, desesperado. Fiquei dias com aquilo. Não era ruim. Nem bom. Era a vida pulsando. Sempre que minha mãe gritava “não olha”, era óbvio que tentávamos olhar. Quem não quer ver até onde chega a vida?

A casa de minha avó era uma casa grande, dessas casas de rua cada vez mais raras. Ouvia-se latido de cachorro, passarinho cantando no abacateiro e freada na esquina. A casa ficava próxima de um cruzamento perigoso e bastava ouvirmos o cantar dos pneus para que nos atropelássemos em corrida até o portão. Por que gostamos de ver tragédia? Gostamos? Sou do tempo que o locutor do jornal pedia às famílias que tirassem as crianças da sala, porque as imagens a seguir eram fortes demais. Hoje, isso parece uma loucura, mas confesso que fiquei sem saber o que fazer quando Nino quis ligar a TV pra ver a matéria do massacre de Realengo, por exemplo. O que deveria dizer ao rapaz? Não? Não vamos ver isso e pronto? Lembrei do “não olha” de minha mãe e achei que era melhor ver e conversar pra tentar digerir junto com ele tal barbaridade. Mas vi imagens que realmente não contava ver. Eu não sabia que se podia usar livremente imagens de câmeras de segurança no jornal da TV. Pode? Por que não poderia, já que temos agora cinegrafistas ocultos em praticamente todos os lugares do planeta, o Grande Irmão que nos observa a toda hora e lugar e fornece imagens inacreditáveis para a mídia sem sequer correr perigo de vida? Por que não poderia? Vamos então assistindo, nos acostumando e ensinando nossos filhos a se acostumarem com meninos ensanguentados em pleno pedido de socorro, com o susto na hora da bala, com cabeças rolando, corpos caindo, facas sendo enfiadas, com a tentativa vã do rapaz que queria ficar pelo menos com os documentos antes do tiro no caixa eletrônico, vamos nos acostumando a ver impunemente a hora H, muitas vezes em plena padaria. Aí o pequeno pergunta a você: se filmaram por que não prenderam o ladrão? Não filmaram, meu amor, filma-se! Tudo e todos estão sendo filmados, em todo lugar, todo o tempo, mas isso não significa exatamente proteção. Leia mais…

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